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Estudo Violência no Namoro em Portugal > UMAR/Art´themis+

Desde 2017, a UMAR, no âmbito do Projeto ART’THEMIS+, desenvolve anualmente o estudo Violência no Namoro em Portugal: Vitimação e Conceções Juvenis. Esta investigação tem como propósito aprofundar o conhecimento sobre a problemática da violência nas relações de intimidade, contribuir para a sensibilização social, sustentar a formulação de políticas públicas e apoiar o trabalho pedagógico e preventivo das equipas técnicas especializadas.

O estudo Violência no Namoro em Portugal: Vitimação e Conceções Juvenis adota uma abordagem metodológica quantitativa, recorrendo à aplicação de um inquérito estruturado de respostas fechadas. Este instrumento incide sobre as percepções e vivências de comportamentos violentos em contexto de relações de intimidade de adolescentes e jovens do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário (7º ao 12º ano de escolaridade), que frequentam o ensino regular ou profissional, em escolas públicas de Portugal Continental e das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

O questionário aplicado às/aos jovens utiliza uma linguagem acessível e adequada às suas faixas etárias, fundamentada na experiência teórica e pedagógica da equipa técnica especializada do Projeto ART’THEMIS+ da UMAR. No momento da recolha de dados, é confirmada a disponibilidade e vontade das/os jovens para integrar o estudo. Por razões de natureza ética, o questionário é aplicado presencialmente pela equipa investigadora do estudo, sendo os dados recolhidos anónimos.

Mais uma vez, turmas do 3º ciclo do AE José Silvestre Ribeiro participaram no estudo de modo entusiástico.

O resultado do mesmo fica, agora, disponível à comunidade educativa.

O Projeto Art’themis+ em colaboração com a UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta) pretende a promoção de valores de incentivo à cidadania e funciona através de um programa de ação pedagógica sistemática com jovens, explorando-se diversos temas no domínio da prevenção de comportamentos violentos, nomeadamente com base no género, mas sobretudo desconstruindo as bases culturais e de representações sociais que lhe estão na base.